Trama do Fórum
A história do fórum se passa após Midoriya e seus amigos se tornarem grandes heróis e viverem suas aventuras. Cerca de 20 anos à frente do anime. Izuku é diretor da U.A e passou o One For All adiante enquanto o restante dos personagens desempenha funções diferentes. O portador da habilidade não é conhecido. All Might e outras lendas de seu tempo já estão mortos ou aposentados. Tudo que ocorrer no anime/mangá não irá interferir no fórum, contudo, podem surgir novas classes e sistemas com base nas atualizações da obra.
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Mensagem por Wodas Matoi em Qua Set 04, 2019 5:01 pm

Mais um dia, normal como outro qualquer? Não. Desde de quando treinar em um ferro velho, cheirando a lixo, usando camisa regata e bermuda, é considerado normal? Definitivamente, não era mais um dia normal.

Me concentro, levanto os braços em direção ao um monte de entulho, usando minha quirk para levantar um pedaço de ferro, um pé de cabra, que estava em meio àquela bagunça. Tento torcer aquele pé de cabra. Além da concentração que sempre precisei ter para utilizar esse poder... Agora, eu precisava ter força e bastante dela nos braços.

O primeiro desafio não era nada comparado a esse, a diferença entre esmagar latas de alumínio e dobrar barras de ferro era tão grande assim?! Não conseguia nem se quer fazer uma curva naquela coisa! Mas, sem dúvidas, o que mais me constrangia era o fato de eu estar sendo avaliado por uma mulher que não faz questão NENHUMA de esconder o riso da situação.


- Vamos Wodas! Eu sei que você consegue! – gritava uma voz feminina rindo da minha cara.

- Eu nunca tive que passar por algo assim! Me dê um desconto! tentava argumentar sobre a situação, irritado, desisto do pedaço de metal e jogo-o contra um carro.

- Como você acha que vai entrar na U.A assim? – falava a mulher, fingindo um tom de decepção. – Você pode até ser bem inteligente para sua idade, mas ainda falta preparo físico! Você não quer fazer pessoas levitarem por ai?


Sim eu quero, e se eu pudesse fazer algo do tipo agora já teria feito essa mulher levantar voou em direção ao espaço! Ela sabe como lidar comigo, sabe que eu sou preguiçoso, não é à toa que ela está fazendo de tudo para eu me esforçar com meu corpo junto de minha quirk. Acho que mereço isso, não só pela preguiça mas também por tê-la julgado mau, apesar de tudo ela ainda me ama, mesmo que nós dois não demonstrássemos muito, e eu também a amo, aliás, ela é....


- Ok, ok. – bufo em reposta. – Acho que deveria treinar os braços primeiro. – olho para ela e vejo que estava distraída com o celular.

- MÃE!

- Ahh, sim, me desculpe meu filho.ela guarda o celular no bolso. – Treinar os braços? Ok, vamos começar com trinta flexões! – diz ela olhando um caderno de anotações.


Apenas assenti e me posicionei em forma de prancha no chão, logo estico os meus braços contra o chão e os desço em seguida, fazendo o movimento que me foi falado. Repeti isso mais algumas vezes, sentia meus músculos se contraindo cada vez mais, já começava a sentir um enorme cansaço... Sentia que ia desmaiar, meus braços começavam a tremer.


- Por enquanto você só fez 10.me espanto. – C-como? Eu n-não.Mas não se preocupe, eu sei que você consegue fazer mais, cedo ou tarde! – ela interrompe meu gaguejo, dando um sorriso em seguida. Ficava observando pasmo aquele sorriso, mas depois eu entendo-o.....



FLASHBACK (DIA ANTERIOR, DOMINGO, 13:24 PM)



Faz três dias desde que decide fazer “aquilo”. Fiquei os últimos dias pesquisando, estudando e analisando várias coisas relacionadas a U.A, como: média de aprovação, histórico de alunos e ex-alunos, recomendações para ter mais facilidade, e outras coisas. Não era diferente o que estava fazendo agora, até ouvir uma voz feminina me chamando para almoçar.

Estávamos na cozinha almoçando, eu e minha mãe, não dizíamos uma palavra durante aquela ação, já era de anos que esse silêncio desconfortável reinava em casa. Até que depois de eu relutar comigo mesmo...


- Mãe, eu quero entrar na U.A e. - O QUE?! Ela me interrompe quase se engasgando com um pedaço de carne em sua boca.

- Tipo, eu andei pensando, será que posso tentar me tornar um herói? – falo um pouco assustado com a reação dela.

- Claro meu filho! Mas desde quando você se interessa por isso??perguntou num tom de curiosidade, ainda surpresa pela notícia, e eu estava mais surpreso ainda pela repentina atenção que ela me deu.


Em um ritmo lento, eu saio da cozinha em direção as escadas, e logo começo a subir na mesma. Enquanto ia subindo percebo que minha mãe me olhava curiosa e provavelmente confusa, tanto faz, acabo minha subida e em seguida atravesso um curto corredor, parando em frente a porta do meu quarto. Entro e vou direto em minha escrivaninha pegando o que queria, um cartão.

Volto todo o meu trajeto com um cartão em mãos, estendo o braço com o cartão para minha mãe, a qual pega e começa a lê-lo. Em seguida, começo a minha explicação de como e quando tudo isso começou, desde a aparição da mulher misteriosa até o veredito final com o Kcalb. Admito que enquanto explicava, eu dava umas risadas das caretas que minha mãe fazia ao ouvir certos pontos da história, além do enorme grito que ela deu minutos antes da explicação começar após ter lido o conteúdo do cartão.


- Meu Deku do céu! – Dizia ela, um pouco eufórica, com um sorriso de orelha a orelha. – Imagina, meu garoto se formando na melhor academia de heróis do planeta e se tornando um super-herói! – completava ela de olhos fechados, provavelmente sonhando.

- Ahãm, seria muito legal mas eu preciso de ajuda. – digo na lata.


Eu não queria pedir ajuda para ela, na verdade, nem queria ter contando! Já estava planejando em pedir ajuda a Kcalb para treinar comigo. Porém... Ela ainda tem o direito de saber sobre o que planejo, apesar de tudo, eu ainda gosto dela só não demostro tanto!


- No que meu filho? Você já tem um físico considerável, além de ser muito inteligente para sua idade. – Falava ela orgulhosa, eu não protesto dessa última parte mais... – Não posso me garantir dessa forma mãe! Nas entrevistas de alguns ex-alunos, eles disseram que tiveram que treinar dia e noite, sol e chuva, céu e inferno! Acha mesmo que eu posso passar no teste nessas condições?!Apontava para mim mesmo com as mãos abertas.

- Claro! Isso tudo é apenas pressão psicológica deles, você com certeza arrasa!falava ela radiando positividade. – Mas, se quiser, eu posso lhe ajudar se você acha que precisa de algo.

- Sim, por favor mãe. – respondia com um sorriso no rosto.

- Ok então! Irei falar agora mesmo com meu supervisor que irei faltar o trabalho amanhã para poder te ajudar no seu treinamento.quase surto ao ouvir isso.

- Pera O QUE? V-você vai faltar trabalho?! – gaguejava não acreditando no que eu ouvia.

- Mais é claro! Afinal, isso é pelo meu filho! – congelei ao ouvir isso. - Se você vai ser feliz com isso porque eu não faria? Eu vou indo, te vejo mais tarde filho!


Ela saiu em disparada pela porta, minutos depois já dava para ouvir o som de um carro saindo da garagem a toda velocidade com destino desconhecido para mim. Eu estava paralisado, imóvel, não conseguia dizer ou fazer nada além de observar minha mãe fazer aquilo. Eu estava... Feliz ao ouvir aquelas palavras? Sentia algo escorrendo em meu rosto... Uma lágrima?

Viro um pouco a cabeça de lado, me sentia zonzo, até que percebo um pequeno detalhe que me faz levantar um leve sorriso.


- A essa altura já deve ter esfriado. – falo para mim mesmo vendo os dois pratos de comida abandonados em cima da mesa.

(FIM DO FLASHBACK, VOLTANDO PARA O ATUAL)



[...]


O céu já tinha ficado laranja. Estava correndo entre as grandes montanhas de entulho em direção a entrada do Ferro Velho, onde minha mãe estaria me esperando. Ao mesmo tempo que corria, pensava no fato de minha mãe ter matado o dia de trabalho para me ajudar a treinar. Pode parecer bobo, mas não é. Minha mãe é obcecada pelo trabalho dela, ficando de segunda a sábado naquele laboratório, voltando apenas a noite para casa, e na maioria dos casos ela só checava se eu estava bem e já caia direto na cama.

Ficava com raiva e triste com isso, nem me lembrava da última vez que saímos para algum lugar juntos, sentia que ela gostava mais do trabalho do que de mim. Por causa disso, mesmo com o jeito descontraído e amável dela, nós não tínhamos uma relação tão próxima assim desde que comecei o fundamental... Tivemos poucos momentos.

Teve uma vez que tive que passar o natal na casa dos pais de Kcalb, já que ela não poderia passar comigo em casa, sim, também me perguntava se alguém no mundo trabalhava em pleno natal. Bom, ela trabalhava. Mesmo eu tendo falado que não me importava e ela ter pedidos desculpas alguns dias depois, não mudava o fato de que ela nem pensou que aquilo era um absurdo e, meio que acabei demostrando a ela, mesmo que sem intenção, a mágoa de tristeza em meu rosto perante aquilo.

No entanto, àquela simples atitude de ontem fez meu mundo para de repente, não esperava que fosse agora que ela fizesse isso, largar um dia de trabalho para mim, será que o episódio da mágoa de natal mexeu tanto com ela assim? Será que ela finalmente percebeu a “distância” entre nós? Não importa, só estou feliz com isso... Passar tanto tempo assim com ela me contagiava de energia de alguma forma.


- Ai... – quase tropeço em mim mesmo, mas consegui me equilibrar e continuar a correr.


Demoro mais algum tempo até que cheguei a entrada do local, minha mãe estava sentada em um pneu segurando um cronometro na mão direita. Ela anota alguma coisa no caderno que estava em sua mão esquerda e vai em minha direção.


- Bom, chega por hoje, quer tentar ver se deu progresso?disse ela apontando para um pé de cabra atrás dela.

- Sim. Já tinha entendido o que ela queria.


Me concentro e levanto meus braços para o pedaço de ferro, mesmo cansados, consigo emitir ondas por eles fazendo o pé de cabra flutuar. Faltava apenas uma coisa, entortar aquela barra, olhei para minha mãe, ela estava com expectativas nos olhos, lembrei-me do que ela havia me dito.


Mais é claro! Afinal, isso é pelo meu filho!


Vou fazer isso por você também mãe, da mesma forma que você fez esse dia por mim… pensei, fechei as mão em sinal de determinação. Depois ouço um barulho, estrondosamente metálico, ecoando em meus pensamentos...

Acordo de meus pensamentos, olho para cima e vejo que não tinha sido apenas coisa da minha cabeça, eu havia ESMAGADO o pé de cabra.

Por um breve segundo eu fiquei sem entender, mas logo compreende o motivo de eu ter conseguido, lágrimas começaram a se formar nos meus olhos e um grito é emitido de trás de mim.


- NOSSA WODAS! Você foi além do que o esperado, que orgulho filho!dizia ela transbordando a mais pura alegria. – Isso é resultado de todo seu esforço de hoj. -Mãe... Interrompo-a, em seguida me viro de frente para ela, fazendo-a perceber que não estava “contente” pelo resultado, eu estava chorando.


Ficamos um tempo em silêncio, encarávamos um ao outro, ela parecia preocupada comigo...até que decido romper o silêncio.


- Eu...Te amo muito. Fungava. Decidi ser direto, queria ver a reação dela diante a minhas palavras... E me surpreendo.

- Meu filho...ela se aproxima de mim enchendo os olhos de lágrimas. – Eu também te amo muito, eu vou te ajudar com tudo que precisar, eu prometo! Nem que eu tenha que pedir demissão do emprego para ficar mais tempo com você!me abraçava chorando muito em meio a soluços.


Sabendo como ela é, eu sei que isso foi a maior “declaração de amor” que ela já fez em toda sua vida. Parece idiota, no entanto, realmente foi muito especial para mim ouvir isso dela... Pude sentir uma proximidade que jamais tive com ela em todos esses anos.

Agora tinha certeza de que ela tinha percebido tudo que estava acontecendo entre nós, e agora, ela se aproveitou desse treinamento para poder consertar tudo. E percebo também que isso tudo só pode ocorrer... Porque estou tentando me tornar um herói... Uma simples “decisão” já fez tanto assim por mim?

 

 

 

 

 

Obrigado, por isso acontecer...

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Mensagem por Ochaco Uraraka em Qua Set 04, 2019 10:47 pm

"Que bom que se amam e tudo mais." - Dizia uma voz masculina distante, um silhueta em cima de uma das montanhas de lixo, fazendo com que a altura em que seu corpo estava colocado e a posição do sol, só o fizessem permanecer como uma sombra, não permitindo que Wodas ou sua mãe pudessem ver seu rosto.

"Entretanto, sabe.. Vocês precisam de autorização para entrar aqui. Sei que é bonito e inspirador a historia de como Izuku Midoriya começou seu treinamento, porem, não quero ninguém quebrando tudo aqui." - Após as palavras talvez rudes, mas com consciência por trás das mesmas, a pessoa misteriosa de voz masculina salta, caindo em pé na frente de ambos enquanto estende a mão com uma carta.

Imagem Ilustrativa - Jovem do Ferro-Velho:
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"O teste da U.A. vai acontecer em três dias, 'Ela' me pediu para lhe entregar isso." - Jogando a carta em direção a Wodas e logo após se virando para ir embora, o jovem de cabelo verde corta qualquer fala que Wodas ou sua mãe possam querer dizer, com a sua própria: "Não quero saber do que a carta se trata, só não quebrem tudo aqui e eu não irei denunciar vocês para a policia."

Ele se distanciava, sumindo pelas montanhas de ferro-velho. A atenção de Wodas se volta para a carta, que só tinha uma frase escrita nela: "Te vejo daqui 3 dias." - No verso da folha, estava um anuncio sobre o teste da U.A., que aconteceria daqui 3 dias de acordo com a própria carta.

+125XP (X2 Evento = 250XP)
Level UP! Level 4 Alcançado.
+10HP, +10MP, +6XP Quirk, +1 Ponto para Distribuir.

Considerações:
Historia boa e com bastante sentimentos, ate me emocionei um pouquinho apesar de achar clichê no começo. Gostei da sua mãe kkkkkkkk. A narração melhorou da ultima vez que eu avaliei, mas sinto que ainda há certas cacofonias ou utilização de muitas palavras repetidas, mas não é nada que atrapalhe a leitura, só um incomodozinho. Você pode fazer mais uma P.U. treinando esses 3 dias ou fazer o teste da U.A. agora, do qual eu vou narrar.

Nota: 9/10

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