Trama do Fórum
A história do fórum se passa após Midoriya e seus amigos se tornarem grandes heróis e viverem suas aventuras. Cerca de 20 anos à frente do anime. Izuku é diretor da U.A e passou o One For All adiante enquanto o restante dos personagens desempenha funções diferentes. O portador da habilidade não é conhecido. All Might e outras lendas de seu tempo já estão mortos ou aposentados. Tudo que ocorrer no anime/mangá não irá interferir no fórum, contudo, podem surgir novas classes e sistemas com base nas atualizações da obra.
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[P.U] Preparação: Mãe com Problemas!

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Mensagem por Wodas Matoi em Sex Set 06, 2019 10:00 am

Mal se passo uma semana e.... O que diabos está acontecendo? A vida está me pregando uma peça? Não, tenho uma pergunta melhor... POR QUE TEM GENTE ME ESPIONANDO?

Sim, me espionando, e não há ninguém no mundo que me faça acreditar do contrário. Por que teria duas pessoas, que aparecem e somem do nada, falando coisa com coisa e me entregando cartõezinhos? Eu tenho cara de carteiro?! Já bastava o constrangimento desse último “encontro” por parte minha e de minha mãe!

Pensando mais além, percebo que nesses últimos dias as coisas aconteceram bem rápido de tão agitadas que foram. A conversa com Kcalb, os estudos, o treinamento no ferro-velho, a aproximação... Seria isso uma mistura de diferentes sensações? Mas eu nem sou, ao menos, aspirante de herói... Ainda.

Levanto minha cabeça, estou sentado na escrivaninha do meu quarto, tentando organizar meus pensamentos cada vez mais turbulentos. Olho para o lado e os vejo, o cartão e a carta. A carta já estava um pouco amassada mas ainda dava para ler. Pego-a e começo a encara-la, me lembrando das palavras daquele homem.


“- O teste da U.A. vai acontecer em três dias, ‘Ela’ me pediu para lhe entregar isso.


- Quem é “Ela”? me pergunto, esperando que algo apareça e me dê a resposta.


Bom apareceu algo, sons rápidos e repetidos na verdade. Começo a ouvir batidas frenéticas em minha porta, se eu não soubesse de quem era essas batidas, diria que estava sofrendo um ataque de metralhadora. Levanto de onde estava e caminho em direção ao som, ao abrir a....


- AHHHH! Me desculpa Wodas, não consegui me conter! – gritava minha mãe, assustada e com um sorriso forçado no rosto.

Aii... Quando foi que você ficou tão forte?! – ponho a mão em meu nariz depois de ter recebido uma pancada que mais parecia UM MURRO.

- Desculpa Wodas, é que estou muito, muuuuito, animada com a ideia que eu tive! – estranho a mudança rápida de humor, ela socava repetidamente para o alto, era possível ver grandes estáticas azuis correndo por todo o seu corpo.

- CALMA MÃE! – grito, acabo assustando-a. – Calma...se acalme por favor. Me explique, com calma, qual é a sua ideia. – Falo com cautela, ela apenas rir do modo que estou agindo, algumas faíscas ainda saíam dela.

- Eu irei levar você para treinar no meu trabalho! Assim não teremos problemas caso a gente quebre algo.

- Você pediu autorização para isso? – pergunto-a pois não quero passar por aquilo de novo, se aquele cara chamasse a polícia, ela teria sido presa.

- Ah meu filho! Ser a funcionária favorita do mês tem suas vantagens! – dizia com um sorriso de lado. – Mas, sim, eu já avisei ao meu supervisor e ele ainda vai nos ajudar com o seu treinamento! falava ela euforicamente. Começo a me preocupar, me pergunto de onde ela tirou tanta... E até quando ela vai aguentar, preciso arrumar um jeito para que ela libere isso com cuidado.

- Ok então. – respondo, rezando internamente para nada de ruim acontecer. – Nós iremos que horas? Você não está atrasada?

- Já está tudo planejado meu filho, não precisa se preocupar! Nós iremos assim que seu. Um som relativamente alto a interrompe, era a campainha. – Ah! Deve ser ele! Ela rapidamente atravessa o corredor e desce as escadas para o primeiro andar.


Ando, em um ritmo normal, o mesmo trajeto que minha mãe fez em poucos segundos. Ao descer as escadas, escuto o som da porta da frente se fechando, olho para o local onde minha mãe está e me surpreendo.


- KCALB?! Bom dia Matoi! E me desculpe por qualquer incomodo Srª Matoi. – falou rapidamente, mostrando um grande sorriso no rosto, parecia que estava em posição de soldado.

- Deixa disso, você sempre é bem-vindo nessa casa! E, por favor, me chame de Srta. Matoi. Fico confuso com essa última parte, mas deixo de lado. O que me interessa agora é o estado de minha mãe.

- Sabe Wodas, eu me lembrei do que você tinha me contado sobre como se interessou em ser herói e de como o Kcalb também queria ser. Já que ele tem o mesmo objetivo porque não chama-lo para treinar conosco? – Falava ela se dirigindo a mim, como se soubesse que eu iria querer uma explicação dele estar aqui. E bem, ela não estava errada.

- E o que estamos esperando então? Vamos!!! – falaram em sincronia, saindo de dentro de casa para a garagem. Olho para eles descrente, pareciam que era irmãos pelo modo alegremente excessivo de agir, mas eu já desconfiava de que ela estava “daquele jeito” e como eu não tinha nada que pudesse me ajudar em casa, torcia para que tivesse no trabalho dela.


[...]


Estávamos no carro, indo em direção ao trabalho de minha mãe. Ela e Kcalb iam conversando durante a maior parte do caminho, já eu falava de vez enquanto, porém, ficava mais tempo olhando pela janela, vendo qualquer coisa que pudesse ser suspeita.


- Ei Matoi, o que você tá fazendo? – perguntou num tom desconfiado.

- Apenas observando a paisagem, gosto de me sentir como se fosse uma pessoa observadora. – tirando essa última parte, tive que mentir. Duvido que ele acreditaria caso eu falasse que estou sendo espionado por estranhos.

- Estamos quase chegando! Vocês vão amar quando virem tudo que eu faço no laboratório! – dizia rindo bem alto para eu e Kcalb do banco da frente. – Que tipos de coisa você f. Vocês vão ver quando chegarmos lá! – ela o interrompe, dando uma risada logo em seguida.


Kcalb me encara, eu tento conforta-lo com um sorriso, afinal, nem eu sei o que fazer. Ela só ficou assim uma vez comigo... E não acabo bem. Dez minutos depois, chegamos ao laboratório. Olhando de fora parece um enorme estádio de futebol, é predominantemente branco e possuía grandes janelas azuis de vidro fumê, assim, não sendo possível ver o que estava lá dentro. Eu e Kcalb ficamos espantados ao ver aquela construção, não sabíamos nem da existência de algo tão grande assim em Tóquio.

Me fez me sentir um pouco mau pôr em nenhum momento eu ter me perguntado onde minha mãe trabalha. Só sabia que era em um laboratório.

Saímos do carro e fomos à entrada do grande edifício em nossa frente, quer dizer, sem antes voltarmos de novo para o carro, pois a “elétrica” esqueceu a bolsa dentro do mesmo. Paramos ao chegar na porta, que parece ser do tipo que se divide ao meio, como a de um elevador. Minha mãe pega um crachá de sua bolsa e o passa num dispositivo de identificação, logo depois a porta se abre e conseguimos entrar.

Dentro, percebo o singelo frio dos ares-condicionados, parece que estamos numa espécie de recepção, há vários funcionários espalhados pela sala. Minha mãe termina de falar com uma que parece estar num mine-escritório, em seguida ela gesticula para que nós a seguirmos e assim é feito. Nós passamos por um corredor, entramos em uma sala, saímos por outra, e ao chegar no local que pelo visto que íamos treinar... Ficamos sem reação.


- Bem vindos a área de experimentos! – falou abrindo um sorriso.


Uma sala cheio de máquinas e objetos científicos, umas dez vezes maior do que a “recepção”, observava várias pessoas de jalecos brancos fazendo de tudo o que se podia imaginar, desde de simples fórmulas até um... Lança-misseis?! Olho para o canto da sala, uma linha horizontal de computadores e impressoras completamente ocupadas por cientistas, talvez uns sessenta? Não sei! É muita coisa para olhar e explicar ao mesmo tempo, mas, uma coisa é certa, eu já gostei desse lugar!


- Vejo que trousse convidados Srta. Matoi. disse um homem de jaleco branco se aproximando.

- AHHHHHH! Garotos, quero que conheçam o Roy, ele é meu supervisor e vai ajudar no treinamento de vocês! – continuava a dizer de forma meio “tagarela”. Percebo que o homem também estranhou, será que foi porque ela o chamou pelo nome?

- Ah muito prazer! Meu nome é Emalf Kcalb!

- Wodas Matoi. – me curvo um pouco em sinal de respeito.

- O prazer é todo meu. Meu nome é Roy Sabako, por favor, me chamem de Roy. – retiro o que pensei anteriormente. – Enquanto eu e a Srta. Matoi conversamos sobre o treinamento, peço que vocês dois esperem ali. – disse apontando para um outro canto da sala que tinha várias cadeiras de frente para uma TV, um bebedouro e um armário de tamanho médio. Deve ser “o espaço de lazer” daqui.


Logo, fomos para onde nos foi mandado e começamos a ficar de bobeira. Enquanto o Kcalb ia vasculhando o armário, que por sinal estava cheio de lanches, eu decidi ver um pouco de televisão. Não tinha muita novidade, era só o jornal da tarde, passava um documentário sobre a morte de um homem importante do governo, um tal de Hayashi, que estava sob suspeita de ser corrupto. Bom, pelo menos isso quer dizer que tem menos um no mundo para roubar dinheiro dos outros.


- Wodas e Kcalb, nós já terminamos! Se preparem que hoje vocês vão cansar MUUIIIITO! –  falava ela se aproximando com muito ânimo, essa energia excessiva já estava me dando enjoou.

- Srta. Matoi voc. O QUE FOI ROY? – ela o interrompe com um grito, ele se assusta mas logo retorna a postura. – Você também vai descarregar suas forças hoje, ok? OK! – falavam ligeiros. Kcalb ficava olhando assustado a cena enquanto eu dava graças a Deku por isso parecer estar prestes a acabar.


Nós quatro atravessamos uma porta que ficava no final da sala, logo vendo um grande corredor no qual parecia dar uma leve curva. Andamos mais um pouco e percebo que ao meu lado esquerdo a parede do corredor possuía vidraças, pelas quais dava para ver que existia uma enorme sala completamente cheia de objetos e máquinas diferentes dos que tinha visto antes.


- Chamamos isso de sala CODE:02QY, mas vocês também podem chama-la de área de treino. – prefiro o segundo nome. – Nela guardamos apetrechos de vários cursos de heróis, dos quais a maioria são de treino para coisas muita específicas, como as quirks. – ele se vira para esquerda e logo percebo que ao invés da parede com vidraça tinha uma porta a sua frente, na qual ele mostra um cartão para um aparelho ao lado e em seguida a porta se abre.

- Claro que não tem de tudo para todos, porém, como já temos os materias nós apenas os modificamos para que seja possível um treinamento com tal quirk. Que nesse caso será a de vocês.

- Legaaallll. – parecia fascinado com tudo que via e ouvia de Roy.

- EXATAMENTE! Como ele disse nós vamos. Ahh, Srta. Matoi, favor me acompanhe até o gerador de energia manual. – Ele a interrompe e a puxa para uma máquina que parecia uma bateria, com duas estacas metálicas voltadas para cima. Ao ouvir pelo nome, suspiro aliviado ao entender que ele sabia sobre o que estava acontecendo, e de que aquilo ira resolver a situação, porém...

- MINHA MÁQUINA! DEIXA EU IR, DEIXA EU IR, DEIXA EU IR!!! – ela começo a gritar ao mesmo tempo em que se debatia, Roy logo a solta e ela corre em direção a máquina.

- O que ela vai fazer? ABAIXEM-SE! – Roy gritou, seguido por um alto barulho de descarga elétrica que rapidamente se expande por todo o local. Olho para frente, e vejo que é minha mãe a responsável pela descarga, ela soltava uma quantidade absurda de eletricidade de uma só vez. As luzes começaram a piscar e vários raios de energia azul ameaçavam atingir os aparelhos ao redor... A bateria parecia que não ia aguentar até que...!


As luzes voltaram ao normal. A onda de energia tinha parado de ser emanada. Olho para minha mãe e....  Estava jogada no chão?!


- MÃE! Corro em direção a ela, coloco minha cabeça no peito dela, não podia ser....

- Ela está dormindo. – suspirei aliviado ao perceber que ela estava respirando. Percebo que Roy chegava cada vez mais perto, ficando próximo, ele colocou a mão na... Bunda?!

- TIRE A MÃO DAI! C-calma! Não é o que parece! – ele fala tentado se defender de meu grito, puxando rapidamente uma cartela de pilhas no bolso de minha mãe. Olho para aquilo confuso, mas depois me acalmo após raciocinar o que aconteceu.

- Já falei tantas e tantas vezes para ela não armazenar muito disso, droga! – Esbravejava para si mesmo, encarando para ela logo em seguida. – Virou uma espécie de vício.

- Mas o que acabou de acontecer aqui? Ela tá legal? – perguntou num tom de preocupação. – Foi apenas um dos efeitos colaterais da Quirk dela, ela está bem.

Makato Matoi -- Quirk: Sobrecarga:
Makato é capaz de absorver e armazenar quantidades absurdas de energia em seu corpo, sendo o suficiente para gerar energia elétrica para uma família inteira por cinco dias seguidos! Makato também é capaz de soltar uma alta descarga explosiva dependendo da quantidade liberada. Sua velocidade e força aumentam a depender de quanta energia está acumulada, além de ela não sentir cansaço quando a energia chega a certo ponto.

No entanto, a cada descarga solta Makato vai perdendo muita energia, causando enorme cansaço gradativo e, principalmente casos em que ela libera toda energia acumulada de seu corpo, acaba adormecendo não importando a situação! Caso ela absorva e acumule mais energia do que possa aguentar, ela acaba tendo uma "auto sobrecarga", assim, acaba-se machucando gravemente. E se ela armazena energia por longos períodos acaba tendo sua personalidade e comportamento alterados!

- Tem algum local em que eu possa deixa-la descansar? – perguntei secamente. O fato dele saber que ela tinha baterias no bolso dela e não ter falado antes para evitar disso acontecer me deixa com raiva.

- Tem uma cama aqui nessa sala, se não me engano, naquela direção. – ele apontava para um canto coberto por entulhos.


Mesmo que com certa dificuldade, carrego minha mãe nos braços e a levo em direção ao local mencionado. Após contornar a pilha de entulhos, encontro a tal cama. Deixo-a em cima da mesma, ela se aconchega e sorri, ainda dormindo. Fico feliz e aliviado por ela não ter se machucado, queria ficar aqui para ter certeza de que nada mais iria acontecer com ela. Mas eu sei que se ficasse aqui ao invés de treinar, ela iria ficar magoada e se culpando por tal feito, então, decido que devo fazer a vontade dela dessa vez.


Saio lentamente de perto dali e me junto novamente aos outros dois.


- Não se preocupe Matoi, acabei de chamar um paramédico para ficar de olho na sua mãe por nóis.

- Hmm, tudo bem.

- Matoi, você está se sentindo mau? Se quiser nós podemos treinar outro dia eeee. – ele parecia bastante assustado com tudo isso, eu coloco minha mão no ombro dele fazendo-o prestar atenção em mim. – Está tudo bem, sério Kcalb. Eu já sei que ela está bem e é isso que importa. Vamos treinar com tudo... Por ela. – respondo-o com um sorriso.

- Tudo bem então... Você está certo. – ele sorri de volta para mim.




- Bem. Podemos começar?


Última edição por Wodas Matoi em Dom Set 08, 2019 12:04 pm, editado 3 vez(es)

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Mensagem por Tenya Iida em Dom Set 08, 2019 11:27 am

Avaliado

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+1 ponto de atributos

Comentários:
Adoro o modo de como escreve as PUs, fico completamente imerso nas histórias. Ainda tem alguns erros ortográficos, bem pouco mesmo, mas nada que prejudicasse a PU.

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