Trama do Fórum
A história do fórum se passa após Midoriya e seus amigos se tornarem grandes heróis e viverem suas aventuras. Cerca de 20 anos à frente do anime. Izuku é diretor da U.A e passou o One For All adiante enquanto o restante dos personagens desempenha funções diferentes. O portador da habilidade não é conhecido. All Might e outras lendas de seu tempo já estão mortos ou aposentados. Tudo que ocorrer no anime/mangá não irá interferir no fórum, contudo, podem surgir novas classes e sistemas com base nas atualizações da obra.
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[P.U] Preparação: Treinamento Conturbado!

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Mensagem por Wodas Matoi em Sab Set 14, 2019 12:59 am

E mais um...... não, ainda estamos no mesmo dia. Se passo, exatos, quarenta minutos desde que Roy tinha feito aquela pergunta para nós. Eu e Kcalb estamos esperando por ele, em uma sala ao lado à área de treino, Roy AINDA tinha que ajustar os aparelhos para podermos começar e isso me entediava muito.

Porém, isso era o de menos, eu continuava aflito com o estado de minha mãe. Não sabia como ela estava desde que o médico chegou, e para piorar, ele ainda a levou para algum lugar sem dizer nenhuma palavra! Não consigo ficar quieto diante disso, queria procura-la e ficar com ela, ter a certeza de que nada mais ia acontecer... mas também sei o quanto eu preciso desse treino e o quanto minha mãe quer que eu o faça, por isso estou aqui, preciso me concentrar.

Kcalb está sentado ao meu lado, olhando para o teto com um sorriso, parece que está pensando em algo, mas, provavelmente, só deve estar vagueando entre seus pensamentos. Me pergunto de como vai ser esse treinamento, será que vai ser físico como foi no Ferro Velho? Ou será que colocarão testes psicológicos? Não sei, são muitas formas de treino... porém, pelo visto terei minhas respostas agora, pois vejo Roy aparecendo e se aproximando de onde nós estamos.


- Estão prontos? Terminei de fazer os acabamentos finais e consegui dividir a área de treinamento em duas salas. – fala com uma prancheta em mãos, revirando alguns papéis de lado. – Matoi ficará com a sala da direita e Kcalb com a da esquerda, entendido?

- Por que não podemos treinar juntos? – perguntou kcalb começando a prestar atenção na conversa.

- Ao mesmo tempo que vocês irão fazendo os exercícios, eu e mais um colega estaremos avaliando vocês. É mais fácil avalia-los separados do que juntos, além de que isso promove a independência na hora de agir por si próprio, colocando vocês em posição de pensar antes de fazer algo arriscado.

- Compreendo. – estranho essa parte de nós sermos avaliados, mãe não tinha dito nada sobre isso. – E como está a minha mãe? Onde ela está? Ela vai ficar bem?

- Ela está em boas condições, foi apenas um assusto, e está em boas mãos agora. – dizia em tom de consolo. – Nesse momento ela deve estar na sala CODE:AB11, também chamada de sala medicinal.

- Vulgo enfermaria? – ergo uma sobrancelha.

- Sim... a enfermaria. – disse com uma gota na cabeça, acabo deixando uma risada sair. Esse jeitinho de falar nomes extensos e científicos para se fazer de inteligente não cola comigo, eu já passei por essa fase. Essa pequena descontração já foi o suficiente para mim deixar um pouco mais relaxado.

- Gente vamos logo! Se eu continuar esperando aqui por mais um minuto, eu vou morrer por ansiedade!  – falou tirando as palavras da minha boca. Ele corria em direção para a porta da próxima sala, eu e Roy apenas assentimos e vamos indo logo atrás dele.


Não demorou muito para chegarmos a aquele corredor de antes, cheios de vidraças que permitiam ver a área de treino ao lado. Porém, dessa vez, tinha um muro dividindo a sala ao meio e havia alguns poucos equipamentos em seus lados. Kcalb agora estava andando e continuava na frente enquanto eu e Roy estávamos mais atrás, um do lado outro.


- Kcalb. – sem parar de andar, o mesmo que foi chamado vira de frente para Roy começando a andar de costas. – Meu colega deve estar na porta mais a frente, depois da que nós entramos anteriormente. Você irá treinar sobre os olhos dele enquanto eu vigiarei Matoi.

- Como?Tudo bem! Vejo vocês mais tarde então, não se machuquem ok? Até daqui a pouco! – ele falava rapidamente alegre, o que acabou deixando minha pergunta no vácuo. Logo Kcalb vira para frente e se dispara em uma velocidade incrível, deixando eu e Roy ali, parados e, sozinhos. Dois minutos de silêncio dominam o local até eu perguntar. 

- Tem algum motivo para você querer me “vigiar”? - pergunto deixando bem claro que não gostei da palavra.

- Estou apenas querendo lhe ajudar com o seu treino, não foi isso que eu disse que iria fazer?. – ele fala me fitando, é impressão minha ou o jeito dele falar mudou?

- Sim eu sei, mas isso não significa o porque de você querer me vigiar. O que você tá querendo?! - Falo com certo estresse na voz, ele me encara com uma cara feia.

- Estou apenas tomando conta de você. É minha responsabilidade. 

- Ata, acredito, da mesma forma que talvez seja de sua responsabilidade da minha mãe tá em uma maca agora? - Percebo o espanto no rosto dele que logo se torna uma feição de fúria, mas continuo. - Da forma que você foi direto nas pilhas do bolso dela, era óbvio que você sabia o que estava acontecendo. Além de que você mesmo disso que falou para ela não usar, você que deu para ela! Você a deixou daquele jeito e mesmo assim deixou tudo acontecer daquela forma!

- Eu não tenho culpa dela ter ficado assim! - ele fala meio triste, mais ainda com um tom de raiva. - Se ela deixou a energia acumular demais e liberou de uma vez não é culpa minha, eu não posso controla-la! E da mesma forma você também não fez nada mesmo sendo o FILHO DELA- agora ele me irritou.

- E O QUE VOCÊ SABE SOBRE MIM HEIN?

- O SUFICIENTE PARA SABER QUE VOCÊ É IMPORTANTE PARA MAKATO, E QUE DEVO FICAR DO SEU LADO POR ELA!


Silêncio. Foi a única coisa que restou depois do grito. Nossos rostos que se encaravam em pura raiva... segundos depois estavam devastados por diversos sentimentos. A raiva se tornou espanto, e a ira se tornou... tristeza. Percebo como nós dois fomos afetados pelo ocorrido, nós estávamos nos sentindo da mesma forma: incapazes, preocupados, culpados.

Aquelas palavras realmente doeram, eu sentia que ia chorar mas só não faria isso por que não queria mostrar, e ele também parece ter sentido o golpe. Estava surpreso, tanto por ele ter agido assim e também pelo jeito que ele chamou a minha mãe... pelo nome. Mil coisas se passou pela minha cabeça nesse momento, mas torço para nada delas ser verdade. Continuávamos em silêncio até que decido quebrar o clima o tenso que acabou se formando.


- Certo. Tudo bem então. – falo em voz baixa, mas ainda podendo faze-lo ouvir. – Me desculpe por isso. - falo desviando o olhar.

- Eu que peço desculpas, agir de forma mal educada e negligente. Espero que poça me desculpar pelas coisas que eu disse. - ele falava se curvando, o que me fazia ficar sem jeito.

- Esta tudo bem... eu também falei coisas erradas e que não devia. Não foi... culpa de ninguém o que aconteceu. - tentava reconfortar nós dois. - Mas ainda estou curioso, por que você aceitou nos ajudar? Não era obrigação sua. Você podia apenas ter dado a permissão. – perguntei num tom mais calmo.


Ele recupera a postura, parecia envergonhado, e em seguida dar um longo suspiro e começa a andar novamente, ele olhava fixamente para frente. Começo a segui-lo, será que fui mal educado de novo?

- Estou fazendo isso em forma de recompensar o trabalho da Srta. Matoi. – ele fala sem hesito. - Ela é a funcionária que mais se dedica a esse lugar, acabou se tornando parte da essência, nem consigo imaginar como seria sem ela por perto... além disso. – Ele para de andar, estampava uma expressão séria em seu rosto, em seguida se vira para mim.

- Estou fazendo isso por que a Srta. Matoi se tornou mais que uma funcionária, se tornou uma amiga de longa data. E acho que sou privilegiado por ela ter me confiando em ajuda-lá com seu filho. – ele termina de falar, a expressão séria de agora pouco tinha sumido e dado lugar a um simples sorriso.


Começo a entender o que ele quis dizer. Já deveria imaginar que ela seria bastante próxima dos chefes do local e que teria “privilégios” por isso. Por estar a anos e sempre disposta a vim aqui, não seria exagero tudo que ele disse. Ela deve ter bons amigos aqui... talvez ela e Roy tenham a mesma relação que eu e o Kcalb temos, que parando para pensar, não é difícil imaginar isso, eu e o Roy até que somos parecidos...


- Entendo, ela deve ser uma pessoa bastante especial. – ele assenti com a cabeça, logo abro um sorriso e percebo que já chegamos a porta de entrada da sala. Entramos e logo percebo as “coisas” novas do local: Várias pilhas de metal, cinco enormes blocos de ferro, carros, minivans e.... o que é aquilo? Parece uma pequena sala.


- Para deixar você a vontade, eu irei ficar ali dentro. – Aponta justamente para onde meus olhos tinham caído. A tal sala parecia uma caixa encostada no meio da parede. – Funciona como uma cabine de controle, posso controlar muitas coisas dessa sala num tocar de botão. Há várias câmeras de som e áudio pela sala, assim posso te ver de vários ângulos e ainda escuto você perfeitamente.

- Entendi, agora podemos pular a parte da explicação de como tudo funciona para as instrução de treino? – pergunto já começando a me alongar. Ele entendi o que eu digo, logo entra na cabine e começa falar em um microfone.

- Primeira sessão: levantamento de peso. Se direcione aos blocos de ferro posicionados a sua direita. – Olho para direita e faço o que foi mandando, estou no meio dos cincos blocos. – Estes blocos servirão como halteres, levante o máximo que consegui.

- Boa, mas acho que você está me subestimando, vou te mostrar do que sou feito! – falo me preparando para o ato.


Me concentro, estáticas azuis começaram a expelir de meu corpo, sinto a pressão das ondas eletro magnéticas sendo emitidas da minha cabeça. Deve parecer que eu não estou movendo um músculo e não estou mesmo, isso é cérebro! Mas, der repente começo a sentir o enorme peso dos blocos. Só estava... levantando um.


- Wow, se sua intenção era me surpreender digo que você quase conseguiu. – ouço o deboche na voz homem que falava pelo microfone. Você está querendo me dizer que só consegue levantar uma média de 75Kg de ferro com sua mente? – pera, como ele sabe desse detalhe?! – Que decepção.

- Cara, se sua intenção era me irritar, parabéns, você conseguiu. – olho para ele que está na cabine, em seguida volto a focar no que estou prestes a fazer, hora de começar a treinar a sério.


Levanto meus braços e pressiono os pés começo a emitir ondas pelos mesmos, começo a levantar os blocos e.... “Isso é realmente pesado! Eu não sentia tanta pressão em meu corpo desde que comecei a utilizar minha quirk. Só consegui levantar... mais dois blocos?! Não, eu me recuso!”. Aumento mais ainda as ondas, sinto meu corpo inteiro vibrar como se fosse um celular, porém, consigo levantar mais um bloco, quero dizer, pelo menos tira-lo do chão.

- Muito bem Matoi, agora posso dizer que você é esforçado no mínimo. – sinto uma veia saltar em minha testa. – Como eu disse antes, apenas um bloco que você levantou antes tinha em média 75Kg. Agora que você levantou quatro, mesmo que esse último tenha sido arrastado, posso lhe informar que você consegue levantar em média uns 150Kg sem qualquer dificuldade, 200Kg em diante você se demonstra mais tenso e 250Kg parece ser seu limite máximo por enquanto.

- Você poderia falar menos E INSTRUIR MAIS?! – digo com raiva. Começo a girar os quatro blocos para o alto e ao redor de mim, como se eu fosse o centro de um tornado, eles giravam em uma velocidade bem alta até que eu os arremesso com tudo para a cabine. A mesma parece não ter sofrido dano nenhum, como imaginei.

- Desculpe lhe irritar novamente mas vai precisar mais do que isso para me atingir aqui dentro, até os vidros dessa sala são blindados. Porém, algo me diz que você já esperava por algo assim.

- Sim, sim, para você começar a me zombar com tanta segurança assim só podia esperar por isso. – digo tentando causar um ar de “pessoa intelectual”, coisa bastante difícil quando você já está suando feito um condenado.


Ele manda eu voltar a fazer o exercício e assim é feito. Já com os blocos no lugar levanto-os e começo a gira-los novamente como tinha feito antes, a velocidade reduzia gradativamente e isso era uma coisa que eu tinha que evitar fortalecendo as ondas, o que fazia eu sentir mais pressão do peso sobre meu corpo: meus músculos se contraiam, sentia cada elétron e próton vibrando dentro de minha pele, começava a suar frio.

Continuei assim por uns vinte minutos até terminar o tempo que, o “colega” ali atrás, tinha solicitado. Ele me entregou uma garrafa de água, que por sinal bebi metade em um gole, e dez minutos de descanso. O tempo passo voando, o descanso já termino.


- Segunda sessão: tiro ao alvo. Favor se direcione as pilhas de metal posicionadas ao canto esquerdo da sala. – eu ando, me arrastando um pouco, até o local falado. Vejo duas pilhas enormes de sucata e entre elas vários “Alvos” de um jogo de dardos.

- Você irá jogar facas no alvo, bem simples não é?

- Facas? Você quer que eu proc. – dois buracos quadriculados se abrem no chão e deles saem duas mesas, nelas possuía muitas facas em cima uma da outra. Olho espantado até ouvir o ruído do microfone. – Quando eu falei que tinha ajustado as coisas eu não estava brincando.

- Mas você falou que iria ajeitar as MÁQUINAS e não a SALA toda. – falo dando ênfase em certas palavras.

- Considere isso um bônus, agora comesse.


Isso assim foi feito, era só jogar facas de uma distância considerável usando as ondas, não tinha muita emoção nisso. Sendo sincero, minha mira normalmente é PÉSSIMA, é muito capaz de eu jogar uma faca para esquerda e ela acertar meu joelho direito. Porém, isso meio que é ofuscado já que eu manipulo livremente as ondas, posso jogar facas na direção oposta que simplesmente controlo o fluxo para que elas acerte perfeitamente o centro. Coisa que está acontecendo.


- Ok, entendi que você tem mira quase que perfeita. – quase? – Você não tem tanta precisão com tiros rápidos, isso é fácil de notar já que você simplesmente atira e ajusta, mas nunca acerta um direto na mosca. Mas justamente por você pode ajustar que você pode “contornar” isso.


- Sua individualidade é muito irritante, na moral. – digo tentando esconder a raiva nos olhos.

- Sim, ser observador é realmente muito bom.

- É mesmo sua quirk?!

- Não. – fico com cara de besta. – Iremos voltar para o treino. Agora com a sessão. Você não teria nada mais “emocionante” não? Acho que já estou pronto para algo mais sério. – O interrompo, mas logo vejo ele abrindo um sorriso diabólico no rosto.

- Bom, irei realizar o seu desejo. Vigésima quarta sessão: Independência. – vários buracos começam a parecer nas paredes e no teto. - Se prepare para o combate de todos os lados, lembre-se que este local está favorável para você, não perca!

Várias armas metálicas aparecem de onde tinha os buracos, com exceção de um no qual saiu um robô humanoide, eu já estava tendo um colapso ao ver tudo aquilo.


- Cara... – Olho para pilhas de destroços mecânicos. – Vamos começar!!!


Tiros começam a serem disparados, corro em direção para os morros de destroços, por sorte não sou acertado por nenhum projetil. Logo penso no que fazer, estava com a respiração ofegante devido ao cansaço, sentia um enorme aperto no peito, mas consigo pensar em algo. Puxo dois carros que estavam ali perto e os coloco em minha frente, saio de trás do monte e os disparos agora são concentrados nos carros que absorviam por partes os danos. Sem muita espera eu emano ondas magnéticas para seis das quinze armas, as quais são destruídas em seguida.

Continuava tentando defender os disparos, finalmente consigo destruir as outras armas, até que recebo um soco nas costas que me faz voar pra longe batendo com tudo na parede.

- Aii, combate corpo a corpo não é meu forte. – digo vendo o robô se aproximando. Eu não tem muitas forças, gastei muita energia nas outras sessões, se continuar desse jeito é provável que eu desmaie. Levanto meu braço em sua direção, minha intenção era esmaga-lo, mas estou sem forças para isso. Vejo um amontoado de facas e depois vejo um pequeno monte de metal.

- Espero que dê certo. – Abro um pequeno sorriso.


Quando achei que o robô estava perto o suficiente, lanço várias facas em sua direção. O robô dispara uma rajada de energia que intercepta algumas, outras conseguem acerta-lo mas não o destroem, a rajada continua em minha direção porém uso a grande massa de metal para me defender.

Ergo mais facas e as lanço, o robô consegue desviar e parte para cima com um soco de direita, consigo me jogar para o lado e dou um chute no tronco que faz apenas o recuar um pouco.

Me levanto e tento acerta um soco, o robô desvia e segura meu ombro e me joga para ar, me acertando em seguida com um disparo de energia. Eu caio, de mau jeito por sinal, sinto a força dos meus braços se esvaindo e vejo o maldito se aproximando...... essa é a sensação de estar prestes a morrer? Me sinto desesperado, quero sair, mas não tenho forças, eu não consigo.

Cadê o Roy nessa situação? Ele vai deixar isso continuar? Isso era para ser apenas treinamento! O robô está se aproximando, ele está carregando a mão de energia... Eu, Eu não, EU NÃO CREIO! EU NÃO CREIO QUE VOU MORRER! EU NÃO QUERO MORRER!

Me jogo paro o lado e a explosão levanta uma fumaça que cobre todo o meu espaço ao redor. É ISSO. Começo a correr, minha mente só consegue pensar em uma coisa, consigo me aproximar do robô pelas costa e tento aplico um mata leão. O robô fica debatendo e tenta me acertar.... Coloco minha mão no pescoço dele e emito uma onda forte.








O robô cai sem vida no chão.

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Mensagem por Wodas Matoi em Sab Set 14, 2019 8:32 pm

Seria esse... o último poste?

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